
Além das empresas de energia com baixo uso de carbono (nuclear, gás natural, eólica, solar) que são grandes interessadas em tal projeto e têm feito lobby no Congresso americano, o apoio que o presidente Barack Obama concedeu ao projeto é fundamental. O presidente mostrou-se positivo e disposto a aprovar o projeto ainda neste ano. "Por muito tempo, Washington empurrou esse desafio para as próximas gerações. Agora o status quo não é mais aceitável para os americanos", disse.
Claro que a pressão dos eleitores também tem forte influência. O Partido Democrata encomendou uma pesquisa com 650 eleitores foi realizada nos dias 4 e 5 de maio, logo após o acidente com a plataforma de petróleo no Golfo do México. Constatou-se que os eleitores não apenas apoiam uma lei energética como indicam que o voto dos senadores ter impacto na sua reeleição.
O projeto prevê até 2020 um corte nas emissões para níveis 17% menores que os de 2005. O texto também prevê o estabelecimento de preços para emissões: grandes poluidores, como indústrias que utilizam carvão, teriam que pagar para continuar poluindo.
A Lei do Clima que está para ser votada nos EUA é decisiva para o resto do mundo, posto que os EUA estão entre os dois maiores emissores do planeta se gases produtores do efeito estufa. Além disso, a lei americana permitiria que Obama negociasse com mais liberdade um acordo internacional para reduzir as emissões.
Fontes: Alexandre Mansur e Folha online 1 e 2
Nenhum comentário:
Postar um comentário